Extrusora é usada na produção de membrana sintéticas impermeáveis

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A companhia ítalo-brasileira Amut-Wortex (Campinas, SP) lançou uma linha de extrusão para a produção de membranas impermeáveis, usadas em coberturas pré-moldadas, lajes mistas, estruturas fissuráveis, calhas, baldrames e outros itens.

Produzidas principalmente a partir de poliolefinas termoplásicas (TPO), elastômeros termoplásticos (TPE) e poli (cloreto de vinila) flexível (PVC-f), as membranas sintéticas estão sendo cada vez mais utilizadas na construção civil em lugar de materiais betuminosos. "Diversos estudos demonstraram que os sistemas de cobertura para telhados com baixo/médio declives, feitos com membranas termoplásticas, são mais eficientes", comparou Angelo Milani, dirtor comercial da empresa. Esses estudos apontaram ainda que as mantas sintéticas apresentam características como longa duração, bom reflexo ao calor e demandam pouca manutenção.

Segundo dados da Amut-Wortex, a tecnologia recém lançada permite a fabricação da membrana em uma única etapa, o que reduz custos e simplifica o gerenciamento das fases do processo para o operador. Ela também propicia o processamento de diferentes materiais e a fabricação de produtos com múltiplas camadas.

A linha é composta por sistema de alimentação, dosador de matéria-prima, uma extrusora monorrosca com capacidade de processamento de mais de 1.800 kg/h, sistema de degasagem, troca-telas contínuo, com telas intercambiáveis, bomba de engrenagem com alta pressão e matriz plana com largura de saída superior a 4.300 mm.

A mesma linha também pode ser usada para a produção de chapas pastilhadas de polietileno de alta densidade (PEAD), aplicadas na proteção e drenagem de paredes subterrâneas, e na proteção e ventilação de mantas impermeáveis posicionadas entre fundações de cimento e o solo.

Font: http://www.arandanet.com.br/midiaonline/plastico_industrial/


Publicado em: 14/02/2017

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